Baiana System!!


Uma das melhores coisas que aconteceram no ano de 2010, foi o lançamento do cd do Baiana System. As músicas JAH JAH REVOLTA e SYSTEMA FÓBICA (ubaranamaralin), têm tocado demais no nosso projeto JUNGLE DUB.
Tenho certeza que o carnaval 2011 em Salvador, vai pegar fogo ao som do sound system soteropolitano.

+ sobre eles :

Projeto musical de Salvador que que tem o objetivo de divulgar e explorar novas possibilidades sonoras da Guitarra Baiana. Esta singular guitarra criada na Bahia em meados dos anos 40, foi responsável pelo surgimento do trio elétrico (grande sistema de som andante) e por uma linguagem instrumental de guitarra para interpretação de frevos, choros e outros estilos musicais que tomaram nova forma a partir da sonoridade deste instrumento.

Da necessidade de expandir estas sonoridades, tentar incorporá-las a novos contextos, abrir o leque de influências e propor um novo diálogo deste instrumento com o público surgiu o projeto BaianaSystem, onde a Guitarra Baiana é o ponto de partida. Idealizado por Robertinho Barreto, guitarrista da banda Lampirônicos e que utiliza há algum tempo o instrumento, tanto na banda como em outros trabalhos, o BaianaSystem não tem um formato definido, podendo assumir variadas formações. A idéia principal é que a guitarra baiana interaja num formato de “Live P. A.” com um DJ que assuma as bases sampleadas e/ou tocadas, fazendo inserções de sons e efeitos com liberdade de improvisos. Utilizando-se de recursos como camadas, efeitos e loops, numa concepção que também se inspira na liberdade e psicodelia do Dub.

A idéia de pensar o principal meio de divulgação e consolidação da Guitarra Baiana (o trio elétrico) como um tipo especial de Sound System (divulgador do Dub), traz uma nova forma de pensá-la, explorando mais suas possibilidades de timbragem e a interação com a produção das bases rítmicas, onde a linguagem e a filosofia das “colagens”, do re – criar a partir do existente, se tornam o desafio do BaianaSystem.


Você encontra o som da rapaziada da terra sagrada da Bahia nos seguinte links :


E para baixar o som deles, clique aqui -> Baiana System

Jungle Dub Sin Fronteras

Essa é pra quem vai ficar na city durante o feriado.
Dando o start nos retrofoguetes da Futuráfrica Afrobraziliangrooves com Mc Marechal que irá acontecer no dia 19/11.

Apresentamos " Jungle Dub Sin Fronteras " tendo como convidados os argentinos Villa Diamante & Catar_Sys. Fora a tradicional discotecagem de DUBKILLA e DJ Lufer. Uma noite de muito Dub, Dubstep, Ragga, Cumbia Digital e Reggae Roots. A Jungle Dub rola no dia 13/11 em um estacionamento na Av.João Pessoa 233 quase esquina com a Brás Cubas, a partir das 22 horas. R$ 10.

Apoio : Elefantasy e Dub Lounge

MARECHAL (RJ) na festa FUTURÁFRICA dia 19/11 no Studio G



Com grande alegria que anunciamos o próximo convidado de nosso projeto, direto de Niterói, o sangue bom MC MARECHAL.

Iniciou sua carreira em batalhas de MCs no ano de 1998, nas quais se destacava. Após, integrou o extinto grupo de rap Quinto Andar em 1999, junto com artistas como De Leve e Shawlin. No entanto, foi o primeiro a deixar o grupo, para seguir carreira solo; gravou com Marcelo D2 e Fernandinho BeatBox a música "Loadeando", que alcançou destaque nacional.
Conhecido nacionalmente por compor letras de espírito diferente da maioria dos rappers, Marechal ficou mais conhecido em 2005, quando entrou em uma rixa com o rapper paulistano Cabal. Começou com Marechal gravando "Sua Mina Ouve Meu Rap", tendo a resposta por "Temporada de Caça" por Cabal. A rixa começou a ganhar ares mais pesados com as canções "Vai Tomar no Cu Cabal" e "Foda-se Dichinelo", de Marechal & Gutierrez e Cabal, respectivamente. Está em um projeto para o lançamento de um álbum a quase uma década ; no entanto, o single "Espiríto Independente" foi o seu primeiro trabalho.
Marechal tem diversas afiliações com MCs, mas principalmente com Emicida. Este, que por sua vez, lançou o EP Sua Mina Ouve Meu Rap Também, relacionada a canção composta por Marechal. Conhecido por usar frequentemente a frase Um Só Caminho, Marechal também exerce a profissão de produtor musical.
Em 2010 lançará seu primeiro álbum, chamado Vamos Voltar à Realidade. Será composto por cinco músicas, num chamado "porradão de cinco". Conforme declarado em uma entrevista, ele também pretende lançar mais outros dois álbuns no mesmo formato ainda este ano. Lançou através de seu twitter oficial outro single, Sangue Bom, uma regravação da canção "Tem que ser sangue bom" com produção de Luiz Café.
O comando da noite fica por conta de Lufer, que é o DJ e o produtor da FUTURÁFRICA, e o PROJETO VAPAA, banda instrumental santista que têm a pegada do Afrobeat, Dub e o psicodelismo caiçara...
Quando : 19/11/2010 (SEXTA) - 23 horas
Onde : Studio G - Rua Carvalho de Mendonça 80 - Santos
Quanto : Antecipados : R$ 10 mulher - R$ 15 homem
Na Porta : R$ 15 mulher - R$ 20 homem
LIMITE DE 200 PESSOAS no pico!! Se liga hein não vai ficar de fora!!

MC Marechal Têm que ser sangue bom


Marechal (RJ) é o próximo convidado da nossa festa,
que rola dia 19/11 no Studio G. Quem for sangue bom vai...

FUTURÁFRICA celebra FELA KUTI

FELA DAY - 15 de OUTUBRO de 2010


A festa FUTURÁFRICA singelamente homenageia FELA KUTI no dia de seu aniversário com uma montagem usando várias fotos e algumas capas de seus discos. Logo estaremos postando uma mixtape só com afrobeats, e claro que o "Black Presidente" estará nela. Agora um pouco da vida do pai do afrobeat.

Fela Anikulapo Kuti, ou simplesmente Fela Kuti, pai do afrobeat,uma mistura do jazz americano com o rock psicodélico e o highlife da África Ocidental, nascido em 15 de outubro de 1938 na cidade de Abeokuta, no estado de Ogun, na Nigéria em uma familía de classe média.
Partindo para os Estados Unidos no ano de 1969, Fela descobriu o movimento Black Power através de Sandra Smith (hoje Isidore), uma partidária do Panteras Negras, que influenciaria fortemente sua música e suas visões politícas e renomeando sua banda Koola Lobitos para "Nigeria '70". Mas ao retornar à Nigéria, enomea uma vez mais sua banda para Africa 70 e cria a República Kalakuta, uma comuna, um estúdio de gravação e uma casa para muitos conectados à banda a qual mais tarde ele declarou independente do Estado da Nigéria. Fela montou uma boate no Empire Hotel, chamado de Afro-Spot e depois Afrika Shrine, onde ele cantava regularmente. 
Fela também mudou o seu nome do meio para "Anikulapo" (que significa "aquele que carrega a morte no bolso"), declarando que o seu nome do meio original, Ransome, era um nome de escravo. As gravações continuaram e a música se tornou mais motivada politicamente. 
O estilo musical de Fela Kuti é chamado Afrobeat, o que essencialmente é uma fusão de jazz, funk e cantos tradicionais africanos. Possui percussão de estilo africano, vocais e estrutura musical que passa por jazz e seções de metais funky. O "endless groove" também é usado, com um ritmo básico com baterias, muted guitar e baixo que são repetidos durante a música. Essa é uma técnica comum na África e em estilos musicais influenciados por ela, como o funk e o hip-hop. Alguns elementos presentes nas músicas de Fela são chamados de call-and-response (chamada e resposta) com o coro e alguns simples mas significativos rifes. A música de Fela quase sempre tem mais do que dez minutos, alguns atingindo a marca de vinte ou trinta minutos. Essa é uma das muitas razões que sua música nunca atingiu um grau de popularidade substancial fora da África. Sua música era mais tocada em línguas nigerianas, além de algumas músicas tocadas em ((Yoruba)). Os principais instrumentos de Fela, era o saxofone e o teclado, mas ele também tocava trompete, guitarra e ocasionalmente solos de bateria. Fela se recusava a tocar músicas novamente após já tê-la gravado, o que por sua vez retardos sua popularidade fora d África. Fela era conhecido por sua performance, e seus concertos eram tidos como bárbaros e selvagens. Ele referência sua atuação como um jogo espiritual underground.